Análise de barragens · CRI Alto Brasil
Mapeamento e análise espacial das barragens no território do CRI Alto Brasil, cruzando a localização das estruturas com o contexto territorial e a rede de atendimento da região.
Uso geoprocessamento, sensoriamento remoto e análise de dados em Python e R para entender como políticas públicas e pessoas ocupam o espaço. Hoje monitoro a rede de assistência social dos 853 municípios de Minas Gerais.
Venho das ciências sociais e trabalho com a técnica de quem produz dado espacial no dia a dia. Na Diretoria de Vigilância Socioassistencial da SEDESE-MG, acompanho equipamentos: transformo registros administrativos em pipelines reprodutíveis, planilhas para gestão e mapas temáticos.
Na UFMG, pesquiso a apropriação do espaço urbano por pessoas LGBT+ em Belo Horizonte, a partir de Lefebvre, da cartografia crítica, das geografias queer e do PPGIS. A pergunta que atravessa os dois trabalhos é a mesma: quem aparece no mapa, e quem fica de fora dele.
Modelagem e análise de dados vetoriais e raster, sistemas de referência, layouts de impressão e mapas temáticos para gestão pública.
Modelos digitais de elevação, hipsometria, sombreamento e declividade; extração de APPs por altitude e declive (Lei 12.651/2012).
Limpeza e cruzamento de bases públicas, estatística espacial e mapas interativos.
Pipelines reprodutíveis de ponta a ponta, da leitura dos dados brutos à planilha formatada e ao mapa final.
Leitura crítica do dado: vigilância socioassistencial, desigualdade territorial, cartografia crítica e metodologias participativas.
Painéis, formulários institucionais e documentação para que outras equipes consigam usar e manter o trabalho.
Mapeamento e análise espacial das barragens no território do CRI Alto Brasil, cruzando a localização das estruturas com o contexto territorial e a rede de atendimento da região.
MDE SRTM tratado no QGIS com sombreamento e pseudocor. Camadas de APP por altitude e declividade conforme o Código Florestal, poligonizadas e organizadas em layout de impressão.
Pipeline em Python sobre 1.085 registros com causa presumida LGBTfobia da SEJUSP-MG (2016–2025). Taxas por bairro suavizadas por Bayes Empírico com a população do Censo 2022, autocorrelação local (LISA, pesos Queen, 9.999 permutações) e hotspots Getis-Ord Gi*. O resultado aponta um agrupamento significativo de alta incidência no Centro-Sul e no hipercentro.
Análise dos microdados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos para Minas Gerais, agregados por semestre e por público da Proteção Social Especial. Entre 2024-S1 e 2026-S1, as denúncias envolvendo crianças e adolescentes passam de cerca de 14 mil para 19 mil por semestre, e as envolvendo pessoas com deficiência quase dobram. A leitura considera que denúncia mede notificação, não incidência, e sinaliza quebras de série, como a categoria Mulher, registrada a partir de 2025.
Pipeline em R com oito scripts encadeados num projeto .Rproj, caminhos via here() e escrita resiliente a bloqueios do OneDrive. Gera planilhas consolidadas para a equipe e veio com roteiro e apresentação de passagem para colegas.
Mapas em R da classificação de cofinanciamento em todo o estado, além de recortes regionais de CREAS, distribuição das Unidades de Acolhimento e execução do Criança Feliz por lote.
Scripts em Python e R que processam o painel de junho de 2025 a abril de 2026, preenchem modelos Excel com a formatação correta e calculam o acumulado de repasses não recebidos.
O que o PPGIS pode dizer sobre a apropriação do espaço urbano por pessoas LGBT+ em Belo Horizonte? Uma pesquisa que cruza Lefebvre, Harvey, Soja, Harley e Crampton com métodos participativos de mapeamento.
gabriela.azvdmi@gmail.com